Chega de Palpites A Mãe Sou Eu!

março 10, 2016



Olá a todos e bem-vindos ao blog "A Mãe Sou Eu"!

Este projecto nasceu da minha paixão pela escrita e da minha nova vida de mãe de primeira viagem. Aqui vou partilhar contigo todos os momentos desta nova vida de mãe, dicas, curiosidades, receitas, e mil e uma coisas sobre bebés e crianças. O nome "A Mãe Sou Eu" surgiu porque, como muitas mães sabem, antes dos bebés nascerem e depois deles nascerem todos parecem saber muito sobre os nossos filhos e por isso, é palpites a toda a hora.

O Nascimento

Quando nasce o nosso bebé, é normal que não saibamos tudo.Tanto a mãe como o pai estão nervosos e com alguns receios em relação ao bebé. Medo de o deixar cair, medo que ele não esteja a comer bem, que tenha frio, que tenha calor, medo de tudo. É normal. É um mundo totalmente novo para nós e agora o nosso mundo e vida é o nosso bebé.

Nós temos de nos adaptar ao bebé e à nova vida que iremos ter daqui para a frente. Aos poucos vamos aprendendo a ser pais. E quem nos vai ensinar, não são os livros, nem os médicos, ou as pessoas! Quem nos vai ensinar a ser pais vai ser o nosso filho! Os médicos e livros vão nos dando alguma ajuda, mas como todos sabem (ou deviam saber) todos os bebés são diferentes, e por isso, todas as teorias que existem não se aplicam a todos os bebés.

Chega de Palpites

O nosso estado emocional depois do bebé nascer está um reboliço, e como se isso já não chegasse, começa a "chuva de palpites". A vizinha diz "O bebé devia andar mais agasalhado, deve estar cheio de frio!", vem a prima e diz "O teu leite não deve ser bom o bebé está muito magrinho", vem a tia de 5º grau e diz "O bebé está a chorar, deve ter fome!", vem a senhora do supermercado: "o bebé deve ter cólicas". Depois começam as crenças "Deves fazer chá disto ou daquilo para lhe passar as dores de barriga", " deves colocar um saco de água quente debaixo das costas", "vira o bebé de barriga para baixo"! Chega uma altura em que para não mandares para um sitio que todos sabemos tens de dizer CHEGA! A MÃE SOU EU!

Eu confesso que não tenho paciência para os palpites das pessoas, principalmente se para mim não fizerem sentido, ou se não concordar com eles. Aceito conselhos e boas opiniões porque são sempre úteis, mas palpites sem sentido não! Então desde que estava grávida impus limites a palpites. E quando o pequeno M nasceu, sempre que chorava algumas pessoas diziam que era fome, SEMPRE. Não podia ser cólicas, cansaço, chichi ou cocó, era sempre fome!


Como devem calcular aquilo chateava um bocado, e então disse "A mãe sou eu, por isso eu sei como cuidar do meu filho! Obrigada pelos palpites, mas podem guardá-los para vocês." Pronto, até agora os palpites diminuíram. Já temos tanto que nos preocupar e queremos tanto desfrutar do nosso bebé que esses palpites por vezes perturbam a nossa felicidade, e por isso mesmo, devemos "cortar logo o mal pela raiz".

Conselho de Mãe


Quer seja a tua mãe, pai, sogros, amigos, se te dizem algo que te incomoda diz logo, "chega não quero ouvir palpites"! Estás no teu direito, e por isso não te sintas mal em fazê-lo, porque este é suposto ser o melhor momento da tua vida, por isso não deixes que o estraguem. E um recado para os papás: nós mamãs, ficamos mais sensíveis depois do parto, por isso "cheguem-se à frente" e não deixem que opiniões de familiares e amigos prejudiquem a vossa felicidade.

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